sexta-feira, 29 de agosto de 2008

CONCLUSÃO

Nesses últimos meses passamos por uma viagem no tempo. Descobrimos o quanto um simples personagem, que antes era apenas um nome para nós, foi muito importante pra história do nosso país e do nosso estado também.


Ele representou um homem muito à frente de sua época, com muita garra e coragem para enfrentar tudo que enfrentou. Lutou por seus ideais e fez de sua vida uma grande história e um exemplo a ser seguido. Consideremos que toda essa força de vontade que ele tinha e uma determinação que percebemos, nos mostrou o quanto podemos vencer na vida.

Esse trabalho pode valer uma nota, porém valeu muito mais do que isso, foi um aprendizado de vida e de nossa cultura nacional e estadual. Além disso, infirimos que Osorio foi um homem que marcou, não somente, a história do Brasil, porém agora nos fez repensar em muitas atitudes de nossas vidas.

Esperamos que curtam e aprendam muito com Osorio como nós aprendemos.



Fonte: http://www.wkozak.com/Digital%20Drawings%20GIF/Spy%20Literature%20Digital.gif, dia 29 de agosto de 2008


Postado por Juliane

• Armas de Fogo 4 (Mosquetões)

Mosquetão Minié

Calibre: 14,8 mm

Comprimento: 99 cm

Peso: 3,17 kg

Raias: 4 a direita

Alcance útil: 150 m

Cadência de fogo: 2-4 tiros por minuto


Mosquetão Enfield

Calibre: 14,66 mm

Comprimento: 93 cm

Peso: 3,17 kg

Raias: 5 a direita

Alcance útil: 150 m

Cadência de fogo: 2-4 tiros por minuto

Fonte: http://www.geocities.com/armas_brasil/


Postado por Eloisa Eleen.

• Armas de Fogo (Revólveres)

Revólver Colt Navy
Calibre: 9,1 mm

Comprimento: 32,8 cm

Peso: 1,1 kg

Raias:7 a direita

Alça de mira: não dispunha

Alcance útil: 50 m

Cadência de fogo: 6 a 18 tiros por minuto


Revólver Lefaucheux

Calibre: 10,8 mm

Comprimento: 28,6 cm

Peso: 960 grs

Raias: 4 a esquerda

Alça de mira: não dispunha

Alcance útil: 25 m

Cadência de fogo: 12 a 24 tiros por minuto

Pistola Enfield

Calibre: 14,66 mm

Raias: 5 a direita

Alça de mira: não dispunha

Alcance útil: 15 m

Cadência de fogo: 2 a 4 tiros por minuto

Fonte: http://www.geocities.com/armas_brasil/


Postado por Eloisa Eleen.

• Armas de Fogo (Carabinas)

Carabina Tige

Calibre: 17,8 mm

Comprimento: 126,2 cm

Peso: 4,46 kg

Raias: 4 a esquerda

Alça de mira: 150 a 1000 m

Alcance útil: 300 m

Cadência de fogo: 2-4 tiros por minuto

Carabina Minié
Calibre: 14,8 mm
Comprimento: 123 cm

Raias: 3,7 kg

Alça de mira: 4 a direita
Alcance útil: 300 m
Cadência de fogo: 2-4 tiros por minuto

Carabina Enfield
Dados técnicos:

Calibre: 14,66 mm

Comprimento: 125 cm

Raias: 3,85 kg

Alça de mira: 5 a direita

Alcance útil: 300 m

Cadência de fogo: 2-4 tiros por minuto


Carabina Roberts

Calibre: 14,66 mm

Comprimento: 142 cm

Raias: 4,02 kg

Alça de mira: 3 a direita

Alcance útil: 460 m

Cadência de fogo: 10-15 tiros por minuto

Fonte: http://www.geocities.com/armas_brasil/

Postado por Eloisa Eleen.

• Armas de Fogo (Espingardas)

Espingarda Inglesa M842

Calibre: 19 mm
Comprimento: 139 cm

Peso: 4,15 kg

Alça de mira: 700 m

Alcance útil: 100 m

Cadência de fogo: 2-4 tiros por minuto


Espingarda Minié

Calibre: 14,8 mm

Comprimento: 140 cm

Peso: 4,14 kg

Raias: 4 a direita

Alça de mira: 825 m

Alcance útil: 300 m

Cadência de fogo: 2-4 tiros por minuto


Espingarda Enfield

Calibre: 14,66 mm

Comprimento: 140 cm

Peso: 3,90 kg

Raias: 5 a direita

Alça de mira: 900 jardas ou 1100 metros

Alcance útil: 300 m

Cadência de fogo: 2-4 tiros por minuto

Fonte:http://www.geocities.com/armas_brasil/




Postado por Eloisa Eleen

• Armas Brancas

Sabre 1851

Ela é uma variação do sabre de 1831 de oficiais, a diferença era a forma das barras de proteção da guarda, que eram achatadas. Mesmo não sendo aprovada oficialmente, já aparece nas estampas de uniformes de 1852.


Terçado de Músico
Ele aparece no modelo dos uniformes de 1852 permanecendo em uso até meados do século XX. Era usado por membros das bandas de cada batalhão ou regimento do exército que levavam os companheiros combatentes feridos de maca, logo necessitavam de uma arma de defesa.


Lança 1864

Foi a arma utilizada para travar a Guerra do Paraguai, pois era o modelo oficialmente usado em 1872. Sua característica mais notável era a haste: mais grossa em direção ao conto, de forma que o centro de gravidade da arma era mais próximo da parte de trás, aumentando o alcance do golpe.


Comprimento total : 276 cm
Comprimento da lâmina: 14,5 cm
Diâmetro da haste: 4,7 cm
Alcance: 164 cm
Peso: 2,52 kg

Sabre-serra
Era usado mais como uma ferramenta do que como uma arma, pois o dorso da lâmina era serrilhado. Essas peças são raras, pois dizem que o Exército destruiu os antigos estoques deste modelo na década de 1940.

Fonte:http://www.geocities.com/armas_brasil/

Postado por Eloisa Eleen.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Literatura na época do Osorio



No século XIX, o Brasil estava passando por diversas transformações. Em vista disso, a literatura também foi influenciada por isso. A chegada da família real em 1808 e a Independência do Brasil em 1822 foram fatos que mudaram a mente dos brasileiros.


Acredito que como era difícil conviver com tantas mudanças, os grandes escritores se expressavam pelas prosas e poesias; de forma que pudessem se sentirem mais aliviados diante de um país em plena diversificação. Além disso, foi iniciada uma vida cultural mais ativa, porque começou a surgir um público leitor. Tudo contribuindo para a literatura brasileira se consolidar, o que, depois da Independência, se tornou um desejo dos artistas, não só dessa área.

O marco inicial da renovação da literatura brasileira foi o livro de poemas "Suspiros poéticos e saudades", de Gonçalves de Magalhães.

Agora vou explicar as três gerações da poesia romântica no Brasil, seguidas de suas características e artistas em destaque na época.

Na primeira geração, procurou buscar o sentimento nacionalista, indianista e religioso, ou seja, o mais autêntico possível.
O principal escritor romântico da primeira geração foi o Gonçalves Dias do Maranhão.Por mais que ele não tenha introduzido, ele consolidou o Romantismo no Brasil. Produzia em diversos gêneros como lírico, épico, dramático. Algumas de suas obras e poemas são: “Se se morre de amor", "Canção do Exílio",“I-Juca Pirama”, "Primeiros Cantos" entre outras. E, ainda, tinha uma métrica, musicalidade e ritmos perfeitos.
Teve outro destaque nessa geração, o Gonçalves Magalhães que escreveu na lírica, no teatro. Juntamente com Araújo Porto Alegre, Torres Homem e Pereira da Silva, fundou, em Paris, a "Niterói - Revista Brasiliense".

Na segunda geração, o que marcou foi egocentrismo irritado, pessimismo, satanismo e atração pela morte. "O mal do século" como ficou conhecida. Existia um sentimento de insatisfação muito grande.
Os principais autores foram Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, Junqueira Freire e Fagundes Varela. Algumas de suas obras: " Noite na Taverna", "Elementos de retórica nacional", "Carolina", "Noturnos".

Na terceira geração, caracterizou-se por ser um período com carácter social e político. O principal representante foi Castro Alves. Ele escrevia poemas sobre a escravidão dos negros,a opressão e a ignorância do povo brasileiro.Ele ficou conhecido como “o poeta dos escravos”.

Infiro ainda que tínhamos prosa e teatro e para não deixar esse aspecto faltar vou falar sobre alguns autores agora.

A prosa teve seu notável desenvolvimento no Romantismo. E o teatro também, pelo próprio crescimento da época nessa área.

Os representantes desse período são Joaquim Manuel de Macedo, Manuel Antônio de Almeida, José de Alencar, Bernardo Guimarães, Visconde de Taunay e Franklin Távora. Suas obras mais destacadas são "A moreninha", "Memórias de um sargento de milícias", "A viuvinha", "O guarani", "A escrava Isaura" entre outras grandes obras. Já tive o prazer de ler algumas delas e posso dizer que não é perda de tempo.


Fonte:


http://www.conscienciacosmica.com.br/Images/saothome-literatura.jpg, dia 28 de agosto de 2008.
http://www.suapesquisa.com/literaturabrasil/, dia 17 de agosto de 2008.
http://www.brasilescola.com/literatura/romantismo-no-brasil.htm, dia 17 de agosto de 2008.
http://www.brasilescola.com/literatura/realismo-no-brasil.htm, dia 17 de agosto de 2008.
http://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/romantismo-no-brasil.htm, dia 17 de agosto de 2008.
Livros: -Curso de Literatura de Língua Portuguesa de Ulisses Infante
- Literatura Brasileira de William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães








Postado por Juliane

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Medalhas da carreira de Osorio

Medalha da Campanha do Paraguai. Medalha da Campanha do Uruguai.


Medalha oficial da Ordem da Rosa. Placa da Grã Cruz da Ordem da Rosa.



Placa da Grã Cruz da Ordem de AvizPlaca da Grã Cruz da Ordem de Cristo.


Placa da Grã Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul.


Medalha da Grã Cruz da Ordem de Aviz.


Medalha da Grã Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul.


Medalha da Ordem de Aviz.



Fonte: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://bicentenariosorio.com/osorio/images/zoom/CDDSQC/thumbs/Campanha_do_Paraguay_(1870).jpg&imgrefurl=http://bicentenariosorio.com/osorio/index.php%3Foption%3Dcom_zoom%26Itemid%3D57&h=100&w=72&sz=3&hl=pt-BR&start=1&usg=__b5-D1Wnz2UXHuqAWss9G5WzoGHo=&tbnid=bmXzY4tneQhuaM:&tbnh=82&tbnw=59&prev=/images%3Fq%3D%2522medalhas%2Bde%2Bosorio%2522%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR



Postado por Garbelotti.

Osorio e a Batalha de Tuiuti

De acordo com o testemunho de George Thompson- um inglês que lutou como oficial no Exército paraguaio- Solano López confiava em que, nesse momento, uma esmagadora vitória pudesse empurrar o inimigo de volta ao rio Paraná- decidindo a guerra a seu favor. Os seus oficiais, ao contrário, pareciam céticos quanto à possibilidade de bater um inimigo mais numeroso; em um terreno mais adequado à defesa, uma vez que os aliados acamparam nos pântanos ao redor do lago Tuiuti. Sem levar essas ponderações em conta, López reuniu o maior contingente de tropas que conseguiu, aprontando-o para o ataque.

A batalha iniciou-se por volta das 11 horas, estendendo-se por seis horas. O efetivo paraguaio atacou, distribuído em três colunas: a do centro, com um pouco mais de cinco mil homens, lançou-se sobre a vanguarda aliada, composta por três batalhões uruguaios e mais unidades de reforço brasileiras. As alas, cada uma com cerca de nove mil homens, tentaram realizar uma manobra de cerco sobre o Exército Imperial brasileiro (à esquerda) e o Exército Argentino (à direita) nos flancos do acampamento aliado.
Para os aliados houve surpresa, confusão, ausência do comandante em chefe (General Mitre), imprevidência; risco de derrota em vários momentos da luta. Porém, com o recrudescer dos combates e a iniciativa dos diversos escalões (companhias, batalhões, regimentos e brigadas) - aos poucos a batalha adquire personalidade própria e se transforma de quase derrota em expressiva vitória, na medida em que se agiganta a figura do General Osorio, intervencionando diretamente na luta. Na verdade, ele assumiu o comando-chefe da batalha do Tuiutí; é seu chefe máximo.


A batalha culminou com uma expressiva vitória dos aliados. As avaliações sobre as perdas variam de fonte para fonte, mas todas concordam e são enfáticas em apresentar Tuiuti como um túmulo para o Exército paraguaio. As suas perdas estimadas foram de seis mil homens, entre oficiais e soldados; os feridos e capturados ultrapassaram seis mil homens. Algumas unidades, como o 40° Batalhão de Infantaria, foram aniquiladas.
Entre os aliados, as perdas estimadas ultrapassaram os quatro mil homens. No Exército brasileiro contavam-se entre 719 e 736 mortos, além de 2.292 feridos. Entre os mortos encontrava-se o general Antônio de Sampaio, comandante da 3a. Divisão de Infantaria. As baixas no Exército Argentino elevaram-se a 126 mortos e 480 feridos. As do Uruguai, a 133 mortos e 299 feridos.

Embora diante dessa verdadeira tragédia, ao final da batalha os aliados ainda possuíam uma força relativamente grande de combate, ao contrário de López que- dali por diante- nunca mais conseguiu reunir uma força daquela magnitude para combater.
Com a vitória, as tropas aliadas ficaram firmemente estabelecidas em território inimigo.
Desde então sem condições humanas para se bater em campo aberto, a Solano López restava resistir entrincheirado nas fortificações - Fortaleza de Curupaiti e Fortaleza de Humaitá - , com a esperança de poder desgastar as forças inimigas.

Fonte: - livro: Tuiuti Osorio

Postado por Maieski

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A Arma da Cavalaria


A Cavalaria, no início das operações, é empregada à frente dos demais integrantes da Força Terrestre, na busca de informações sobre o inimigo e sobre a região de operações. Participa de ações ofensivas e defensivas, aplicando suas características básicas: mobilidade, potência de fogo, ação de choque, proteção blindada e sistema de comunicações amplo e flexível. Seus elementos podem ser blindados, mecanizados e de guardas. Participa do cerimonial com escoltas mecanizadas e a cavalo.

A Cavalaria brasileira tem sua origem ligada à organização do Regimento de Dragões Auxiliares, em Pernambuco, ao término da guerra contra os holandeses, remunerada por homens abastados, como João Fernandes Vieira. Mais tarde, na época do governo do Marquês de Pombal, criou-se, no Rio de Janeiro, o Regimento de Dragões que visava a garantir a autoridade e o cumprimento das leis, ficando ainda em condições de acorrer, em tempo de guerra, onde necessário fosse.

No sul, durante as lutas em torno da Colônia do Sacramento, Silva Pais organizou o Regimento de Dragões do Rio Grande para guarnecer as fronteiras, em face do fracassado Tratado de Limites de 1750 (Madri). Durante o II Reinado, teve a Cavalaria ativa participação nos conflitos sulinos. Em 1851/52, o 2º Regimento de Cavalaria, com Osorio à frente, integrou as tropas que invadiram o Uruguai, culminando com sua participação na Batalha de Monte Caseros, na qual foi derrotado Juán Manuel Rosas. Na Guerra da Tríplice Aliança, empenhou o Brasil seis divisões de Cavalaria (DC), distinguindo-se, à frente delas, a figura lendária do marechal Osorio, o futuro Marquês do Herval.

O início

Após as reformas de 1908/15 e a influência da Missão Francesa (1921), nossa Cavalaria foi alvo de profundas modificações, que se intensificaram a partir da década de 1960, com o Acordo Militar Brasil-Estados Unidos. Esse acordo possibilitou à Cavalaria brasileira dotar seus regimentos com os mais modernos materiais blindados da América do Sul da época.

Fontes:

-Enciclopédio "O Exército brasileiro"

-(Consulta à pessoas próximas)

-Postado por Guazzelli



sábado, 2 de agosto de 2008

Marechal Osorio na Guerra do Paraguai


Em 16 de abril de 1866, comandou as tropas brasileiras que invadiram o Paraguai pelo Passo da Pátria e, no dia 1º do mês seguinte, recebeu do imperador o título de Barão do Herval.Por carta Imperial de um de maio de 1866, Osorio é agraciado com o título de Barão do Herval, ”com honras de grandeza, em sua vida para distingui-lo e honrá-lo em sua qualidade de comandante chefe do exercito imperial”.
A 24 de maio fere-se na maior batalha campal da América do Sul.Na batalha de Tuiuti inscreveu seu nome nos fastos da nossa história, e foi decisivo para a derrota dos paraguaios.
A seguir, os aliados aguardaram as forças do General Porto Alegre sediadas em Candelária. Essa espera se prolongava enquanto os paraguaios os bombardeavam diariamente.Aborrecido por esse fato, alegou doença e retirou-se passando o comando ao General Polidoro.
Sem estar completamente restabelecido, voltou ao Paraguai em março de 1867 e assumiu, sob o comando geral de Caxias, o comando do terceiro corpo de exército. Nessa fase, em primeiro de junho de 1867, foi promovido ao posto de tenente-coronel, penúltimo da hierarquia militar.
O Passo de Humaitá, temível fortaleza extensa, foi a preocupação imediata de Caxias e todas as providencias foram tomadas.A luta foi terrível e os assaltantes foram repelidos.Osorio sentindo que Humaitá não mais revidaria, a 25 de julho, ocupou-a substituindo a bandeira abandonada pela brasileira.
Na batalha de Avaí, foi atingido por uma bala no maxilar. Passou o comando do corpo de sua tropa, mas permaneceu no campo de batalha, pois sua simples presença infundia ânimo aos soldados. O ferimento obrigou-o a um novo período de repouso no Brasil, onde permaneceu entre fevereiro e julho de 1869. Em 6 de julho, já sob o comando geral do Conde d’Eu, assumiu o 1º Corpo de Exército sem estar completamente restabelecido, no dia 12 de agosto, acontece o assalto e captura da praça forte Peribebuí. No final de novembro, seu estado de saúde obrigou-o a deixar definitivamente a campanha. Após o fim da guerra, foi elevado a Marquês do Herval.

Fonte:

Livro de General Olyntho Pillar"os patronos das forças armadas"


Postado por Garbelotti.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Marechal Osorio na Guerra dos Farrapos


Em 1835, Osorio servia no 2º Corpo de Cavalaria em Bagé (RS). Nessa oportunidade, eclodiu a Guerra dos Farrapos. Bento Manuel comandante das Armas da província o nomeia comandante de seu próprio regimeto e da fronteira. Ligado aos liberais, Osorio, de início, ficou do lado dos rebeldes, que lutavam por maior autonomia para sua província; mas, sua posição se modificou, pela integridade do império, e passou a prestar serviços para as forças do governo central.
Comissionado em Major, investem-lhe as funções de instrutor. É nesse posto que ele é chamado para reconquistar Porto Alegre, ora nas mãos dos revolucionários.Depois de onze anos de subalterno, sempre empenhado em guerras e combates, Osorio é promovido a capitão, a 20 de agosto de 1838.
Osorio teve missões difíceis, como a perseguição ao guerrilheiro Amaral Ferrador e a condução do comboio de armas e cavalhada, de Rio Grande ao arroio Candiota, infestada de inimigos. Com isso recebeu elogio verbal de seu comandante direto e,assim em 1844 foi provido a tenente-coronel.
Participou de combates contra os rebeldes em Porto Alegre, Bagé e Caçapava e distinguiu-se no combate de Herval em 1838. Promovido a tenente-coronel, teve participação destacada nas conversações que encerraram o conflito e que pacificaram a província. Depois de dez anos de guerra, regressa à guarnição de Bagé, comandante do regimento, trazendo ao peito varonil as veneras dignificantes: cruzeiro do Sul, São Bento de Aviz e da Rosa.
Postado por Garbelotti.
Livro de General olyntho Pilhar "os patronos das forças armadas"