
Em 1835, Osorio servia no 2º Corpo de Cavalaria em Bagé (RS). Nessa oportunidade, eclodiu a Guerra dos Farrapos. Bento Manuel comandante das Armas da província o nomeia comandante de seu próprio regimeto e da fronteira. Ligado aos liberais, Osorio, de início, ficou do lado dos rebeldes, que lutavam por maior autonomia para sua província; mas, sua posição se modificou, pela integridade do império, e passou a prestar serviços para as forças do governo central.
Comissionado em Major, investem-lhe as funções de instrutor. É nesse posto que ele é chamado para reconquistar Porto Alegre, ora nas mãos dos revolucionários.Depois de onze anos de subalterno, sempre empenhado em guerras e combates, Osorio é promovido a capitão, a 20 de agosto de 1838.
Osorio teve missões difíceis, como a perseguição ao guerrilheiro Amaral Ferrador e a condução do comboio de armas e cavalhada, de Rio Grande ao arroio Candiota, infestada de inimigos. Com isso recebeu elogio verbal de seu comandante direto e,assim em 1844 foi provido a tenente-coronel.
Participou de combates contra os rebeldes em Porto Alegre, Bagé e Caçapava e distinguiu-se no combate de Herval em 1838. Promovido a tenente-coronel, teve participação destacada nas conversações que encerraram o conflito e que pacificaram a província. Depois de dez anos de guerra, regressa à guarnição de Bagé, comandante do regimento, trazendo ao peito varonil as veneras dignificantes: cruzeiro do Sul, São Bento de Aviz e da Rosa.
Comissionado em Major, investem-lhe as funções de instrutor. É nesse posto que ele é chamado para reconquistar Porto Alegre, ora nas mãos dos revolucionários.Depois de onze anos de subalterno, sempre empenhado em guerras e combates, Osorio é promovido a capitão, a 20 de agosto de 1838.
Osorio teve missões difíceis, como a perseguição ao guerrilheiro Amaral Ferrador e a condução do comboio de armas e cavalhada, de Rio Grande ao arroio Candiota, infestada de inimigos. Com isso recebeu elogio verbal de seu comandante direto e,assim em 1844 foi provido a tenente-coronel.
Participou de combates contra os rebeldes em Porto Alegre, Bagé e Caçapava e distinguiu-se no combate de Herval em 1838. Promovido a tenente-coronel, teve participação destacada nas conversações que encerraram o conflito e que pacificaram a província. Depois de dez anos de guerra, regressa à guarnição de Bagé, comandante do regimento, trazendo ao peito varonil as veneras dignificantes: cruzeiro do Sul, São Bento de Aviz e da Rosa.
Postado por Garbelotti.
http://bicentenariosorio.com/osorio/index.php?option=com_content&task=view&id=13&Itemid=27, dia 31 de julho de 2008
Livro de General olyntho Pilhar "os patronos das forças armadas"

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